Lalo de Almeida

Estudou fotografia no Instituto Europeo di Design em Milão na Itália. Ingressou no fotojornalismo trabalhando em pequenas agências de Milão cobrindo a crônica policial da cidade. Ainda na Itália fotografou temas nacionais e internacionais como a guerra na Bósnia. De volta para o Brasil  trabalhou no jornal Estado de S. Paulo, revista Veja e durante 23 anos trabalhou no jornal Folha de S. Paulo. Paralelamente ao trabalho na área jornalística sempre desenvolveu trabalhos de fotografia documental como projeto “O Homem e a Terra”, sobre as populações tradicionais brasileiras, que recebeu o Prêmio Máximo da I Bienal Internacional de Fotografia de Curitiba em 1996 e ganhou o Prêmio Fundação Conrado Wessel em 2007.

É o autor das fotografias do livro Nas Asas do Correio Aéreo lançado em 2002, trabalho que também foi finalista do Prêmio da Fundação Conrado Wessel .

Em 2012, ganhou o XII Prêmio Marc Ferrez da Fundação Nacional das Artes para realizar um projeto sobre os impactos sociais causados pela construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte no rio Xingu. Esse trabalho, que resultou em um projeto multimídia chamado “A Batalha de Belo Monte”, ganhou vários prêmios nacionais e internacionais, entre eles o da Fundação Conrado Wessel, Grande Prêmio José Alencar de Jornalismo, Grande Prêmio Folha de Jornalismo, Prêmio SIP (Sociedad Interamericana de Prensa) entre outros.

Em 2017, seu ensaio sobre as vítimas do virus Zika foi premiado no World Press Photo.

Atualmente, além de colaborar regularmente nas áreas de fotografia, vídeo e multimídia com o jornal Folha de S. Paulo, fotografa para o The New York Times, desenvolvendo trabalhos para o jornal norte-americano no Brasil.


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